quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Especialistas alertam para importância de testes de software

Por wellmarion

Fonte: ComputerWorld, com tradução da CIO Magazine

Três anos atrás, o Station Casinos idealizou uma ótima promoção para atrair clientes: oferecer 25 dólares de jogo gratuito em máquinas caça-níqueis a partir de seus cartões de fidelidade eletrônicos. Funcionou como mágica, apostadores afluíram ao cassino em bandos. Era para ser uma boa estratégia de negócios.

Porém, em uma sexta-feira, logo depois de iniciada a promoção, quando os jogadores inseriram seus cartões nas máquinas, nada aconteceu. O grande número de pessoas tentando acessá-las ? ao mesmo tempo em que o departamento de contabilidade rodava diversas aplicações financeiras ? travou os servidores que armazenavam toda a informação promocional. Irados, jogadores atiraram seus cartões de fidelidade no chão e iniciaram um tumulto. Uma reação nada boa.

A origem do problema? Teste. Marshall Andrew, vice-presidente de tecnologia da informação e CIO do Station Casinos, diz que a empresa não previu uma resposta tão esmagadora à promoção. Portanto, a área de TI não testou o sistema para volumes de atividade tão grandes e, certamente, não enquanto outros programas estavam em funcionamento.

Não só o cassino deixou de ganhar dinheiro naquela sexta-feira, como desagradou clientes e precisou fazer outra campanha para se desculpar. Assim, a empresa convidou alguns clientes a voltar em outro fim de semana oferecendo, dessa vez, 50 dólares de jogo gratuito.

Moral da história: testar é essencial para desenvolver software de alta qualidade e garantir a tranqüilidade das operações financeiras. Não pode haver descuido, já que as conseqüências são terríveis. Negócios, e até mesmo vidas, correm risco quando uma organização não é capaz de testar software em busca de bugs e gargalos de performance adequadamente ou determinar se o programa satisfaz requisitos de negócio ou necessidades de usuários finais.

“O importante, quando você implanta um sistema, é assegurar que ele funcione”, observa Andrew, que fez mudanças significativas em sua organização de teste (conhecida como quality assurance, ou QA) desde então. Primeiro, ele mudou o próprio processo de teste. Antes, os desenvolvedores tinham muita liberdade para alterar código enquanto este estava sendo testado para manter o projeto avançando. Agora, há controles rígidos sobre o acesso dos desenvolvedores a código de teste.

Para preservar a sinceridade, Andrew fez com que o especialista em QA começasse a reportar ao grupo de analistas de negócio ao invés de ao grupo de desenvolvimento, cujo trabalho estava sendo avaliado. Em seguida, contratou mais especialista em QA ?com treinamento em negócio ? e envolveu-os no processo de desenvolvimento mais cedo, quando analistas de negócio estão criando documentos sobre requisitos, para que possam, então, desenvolver scripts de teste baseados em especificações de negócio bem no início do processo.

A lista a seguir, com melhores práticas para avaliar software e administrar uma organização de testes, foi compilada de entrevistas com empresas que têm demandas e padrões de teste rigorosos. Estas dicas vão além do mantra “testar no início e com freqüência”, aprimorando não só a capacidade de teste da organização de TI, mas também a qualidade do software que é liberado.

1.) Respeite seus testadores. Em muitas empresas, o teste é visto como um serviço elementar e, como resultado, nem sempre bem feito. Recrute profissionais detalhistas, metódicos e pacientes. Procure pessoas que também saibam codificar. Seus desenvolvedores vão respeitá-las mais e elas podem codificar algumas de suas próprias ferramentas de teste. “Se a organização de desenvolvimento e a de garantia de qualidade não se respeitarem, não poderemos atingir nossas metas de alto nível de qualidade”, diz David Pride, vice-presidente da eBay encarregado de QA.

2.) Reúna no mesmo local testadores e desenvolvedores. Juntar desenvolvedores e testadores é um grande passo para aprimorar a comunicação entre dois grupos que, com freqüência, batem cabeça (afinal, testadores são pagos para descobrir falhas no trabalho dos desenvolvedores). A proximidade física “facilita as nuances do teste”, que são mais bem transmitidas através da interação pessoal do que por e-mail ou uma ferramenta de workflow de desenvolvimento de aplicação, acredita Pride.

3.) Monte uma estrutura de hierarquia independente. A função de teste não deve reportar a nenhum grupo que é avaliado por cumprir prazos ou manter baixos os custos de um projeto, segundo John Novak, vice-presidente sênior da cadeia de hotéis La Quinta. Fazer os testadores reportarem ao grupo de desenvolvimento é a pior opção de todas, alerta. Se os desenvolvedores estiverem atrasados ou tiverem dificuldade com código, ficarão tentados a deixar os testadores de lado. Novak tem testadores que reportam diretamente a ele. No Station Casinos, o time de teste reporta ao grupo de analistas de negócio de Andrew, para fomentar a comunicação e envolver testadores no ciclo de desenvolvimento desde o início.

4.) Dedique testadores a sistemas específicos. Na Barnes & Noble, um grupo de testadores enfoca sistemas de armazenamento, enquanto outros abordam sistemas financeiros e a base de dados que controla o estoque. Chris Troia, CIO da rede de livrarias, acredita que dedicar os testadores a um conjunto de sistemas aumenta seu entendimento de como estes devem funcionar e lhes dá expertise para identificar problemas que talvez não apareçam em um documento de teste formal. A eBay adota a mesma abordagem, mas vai além. A empresa conta com três grupos de teste distintos: um para funcionalidades do site, um para pagamentos e um para aplicações de data warehousing.

5.) Proporcione treinamento em negócio. Andrew, do Station Casinos, faz membros de seu departamento de teste trabalhar na recepção, no salão do cassino e em diferentes departamentos corporativos para aprender o jargão e entender melhor o sistema que estão testando. (A maior parte de sua equipe de TI de 125 pessoas nunca havia feito uma aposta em um cassino antes de entrar para a empresa.)

6.) Permita que usuários da área de negócio também testem. A maior parte do teste envolve exercitar sistemas e mexer com código, ou seja, trabalho técnico, e TI pode ficar tentada a deixar de fora usuários de negócio. É um erro. “Na La Quinta há sempre testadores vindo da comunidade de negócio”, observa Novak, para assegurar que os sistemas que TI está desenvolvendo sigam as especificações.

Para algumas aplicações, em especial as utilizadas em hospitais, fazer usuários testá-las é uma questão de vida ou morte. “O pessoal de tecnologia só vai até certo ponto”, diz Patricia Skarulis, vice-presidente de sistemas de informação e CIO do Memorial Sloan-Kettering Cancer Center. “Precisamos que os usuários se envolvam na avaliação das aplicações.”

7.) Envolva operações de rede. Nate Hayward, vice-presidente e diretor de gestão de qualidade da HomeBanc Mortgage, conta que, durante o teste, o grupo de operações de rede da empresa utiliza software (ServerVantage, da Compuware) para monitorar problemas de performance de servidores que poderiam advir do modo como o hardware ou o software são configurados. Envolver os especialistas de operações de rede nos testes também lhes dá a chance de ensaiar uma implementação antes que um sistema entre em produção, garantindo que a implementação real transcorrerá sem sobressaltos.

8.) Crie um laboratório que reproduza seu ambiente de negócio. Quatro anos atrás, o Station Casinos montou um laboratório de testes caro, semelhante a um mini-cassino, com máquinas caça-níqueis, terminais de ponto de venda e quiosques baseados na Web simulando os ambientes de computação das 13 propriedades da organização. Noventa por cento das aplicações que a empresa utiliza, incluindo aquelas baseadas em tecnologia sem fio, estão reproduzidas no laboratório. Para as 10% restantes – grandes ou complexas demais para terem uma réplica exata – Andrew criou um subconjunto mais enxuto com o objetivo de prever como vão se sair quando estiverem plenamente implementadas.

Se necessário, Andrew pede ajuda. Na implementação de sistema mais recente, ele recorreu aos laboratórios de teste da Microsoft para rodar modelos de simulação.

9.) Desenvolva testes durante a fase de requisitos. As empresas, normalmente, esperavam para fazer testes após a definição de requisitos e o início ou o fim da codificação. Uma escola de pensamento cada vez mais difundida diz que é possível testar com eficácia mesmo que os requisitos não tenham sido desenvolvidos totalmente. Fãs da “programação ágil” acreditam que se deve testar continuamente, do início ao fim do projeto.

10.) Teste o velho com o novo. A eBay usa uma ferramenta de análise estatística desenvolvida internamente para comparar defeitos descobertos por testadores no código que foi testado durante um ciclo de teste específico. A meta é garantir que software avaliado antes continue funcionando adequadamente quando novos recursos são acrescentados. Pride, o vice-presidente encarregado de QA, conta que a ferramenta de análise estatística detecta onde os testadores precisam acrescentar casos de teste ao projeto corrente e também ajuda a determinar a eficácia geral de testes de regressão atuais para futuros projetos de software. A eBay tem de refinar os testes continuamente porque alguns projetos novos podem conter a mesma funcionalidade de iniciativas anteriores.

11.) Aplique particionamento de classe de equivalência. “Trata-se de uma técnica matemática que os testadores podem usar para identificar requisitos funcionais adicionais que analistas e usuários da área de negócio talvez não tenham observado ou comunicado”, explica Magdy Hanna, chairman e CEO do International Institute for Software Testing. De acordo com a executiva, o particionamento de classe de equivalência dá aos testadores uma visão clara do número de casos de teste que precisam executar para exercitar adequadamente todos os requisitos funcionais de um sistema. A técnica permite, por exemplo, que o grupo de Pride determine todas as maneiras com que os 157 milhões de usuários da eBay podem usar sua plataforma de leilão online. O que é um belo cartão de visitas.



retirado de : http://bluesoft.wordpress.com/2007/12/17/especialistas-alertam-para-importancia-de-testes-de-software/

Grande Dilema

Bom dia navegantes da profundeza do dos mares da internet....

Estou com dilema de que tipo de ferramenta de testes implantar na empresa que trabalho.
preciso de colocar uma ferramenta de PHP unit! mas ate agora nao sei que ferramenta colocar... então vou postar coisas de todas elas.....

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Home office: 10 dicas para melhorar seu escritório doméstico

O home office é uma alternativa cada vez mais comum entre profissionais. A nova organização da economia está indo cada vez mais nesta direção, e é cada vez mais freqüente encontrar exemplos de pessoas bem-sucedidas nas suas atividades profissionais executadas parcial ou totalmente a partir de um escritório doméstico.

Se você já tem o seu home office, que tal melhorá-lo? Um pouco de revisão e planejamento pode tornar o seu ambiente profissional doméstico muito mais efetivo, sem perder as vantagens de trabalhar dentro de casa.

Veja abaixo 10 dicas para compor o escritório ideal na sua casa ou apartamento, e acrescente suas próprias dicas nos comentários!

  1. Pare para pensar no seu ambiente: é iluminado? Arejado? A temperatura é aceitável? Como está o isolamento acústico? Um painel colorido, uma cortina, uma janela aberta, uma luminária, um espelho grande na parede, um quadro, um relógio na parede, um circulador ou um quadro de avisos (mesmo que seja para você mesmo) podem lhe fazer avançar vários pontos no conforto ambiental.
  2. Alimente-se melhor: já que você trabalha em casa, aproveite: estruture seu horário de forma a poder ter um bom café da manhã, e um almoço caseiro várias vezes por semana. Estruture-se, organize-se, aprenda a comprar os ingredientes certos e a congelar pratos, se necessário. Sua saúde agradece, a qualidade de vida comemora, e até o bolso pode ficar feliz! Nos dias de pressa, saiba acelerar a comida!
  3. Redistribua os móveis e objetos: Eu já disse antes, mas vou repetir a dica: pense no modelo adotado por um piloto de avião comercial: os instrumentos mais importantes para seu trabalho estão localizados exatamente à frente da sua posição usual de trabalho, e os demais ficam dispostos radialmente a partir deste núcleo, de modo que ele se desloca o mínimo possível para realizar seu trabalho. Não esconda dentro de armários distantes as ferramentas que você usa no dia-a-dia, nem desperdice o espaço das áreas mais nobres à frente da sua posição de trabalho.

    Remova móveis e fuja do aperto!
  4. Fuja do aperto: ao redistribuir os móveis, preste atenção: há mobília no seu espaço de trabalho que você não usa para trabalhar? Que tal tentar movê-la para outro local, dando mais espaço para a sua atividade profissional? Verifique também se sua mesa, cadeira, estante, arquivo ou monitor não são menores do que deveriam ser para permitir o trabalho com conforto e organização – e planeje sua substituição, se necessário.
  5. Acorde mais cedo: acordar cedo vale a pena, e fica mais fácil se você desenvolver o hábito de dormir bem. Um pequeno truque pode ajudar!
  6. Atitude ecológica: vá tão longe quanto for possível e prático. No mínimo, reuse os clips e folhas de papel, apague as luzes ao sair, e desligue os equipamentos quando não estiverem em uso!
  7. Arquive direito os documentos: Para ter um escritório pessoal em que as coisas não somem, no mínimo, você precisa de gavetas e de uma boa estrutura de arquivamento organizado de documentos e papéis em geral. Se quiser fazer apenas o essencial, um arquivo de pastas suspensas econômico, com estrutura em plástico ou aramado, custa menos de R$ 50 nas papelarias, e continua sendo útil por anos e anos a fio. Uma boa estrutura inicial é considerar uma pasta para cada um dos projetos em que você estiver envolvido, e mais algumas pastas extras para arquivamento das suas categorias de materiais de referência.
  8. Organize os cabos: eu já compartilhei a minha receita para manter os cabos sempre no lugar, acessíveis e fora do meu campo visual, mas você pode fazer algo similar gastando ainda menos, com alguns fixadores feitos de nylon ou velcro que você encontra em lojas de utilidades domésticas.
  9. Atenção às telecomunicações: Comunicar-se com clientes, parceiros e fornecedores exige um telefone, e eventualmente um fax. Considere avançar na digitalização, usando bem recursos como VoIP (incluindo Skype e similares, mas também serviços mais complexos), e-mail e web. Mas se você trabalha sozinho, ter uma secretária eletrônica (virtual ou não) e um aparelho telefônico que permita circular livremente e manter as duas mãos disponíveis é essencial. Eu recomendo um telefone sem fio com secretária eletrônica digital, identificador de chamadas e entrada para fone de ouvido/microfone – é suficientemente barato, você não perderá mais nenhum recado ou oportunidade de retornar a ligação, e poderá andar pela casa falando, com ambas as mãos livres, quando necessário. Este modelo da Panasonic tem até ramal interno sem fio, para transferir ligações entre cômodos da casa, mas existem modelos bem mais econômicos. O meu é um Panasonic KX-TG2935-LB.
  10. Considere a ergonomia: evite a tendinite e os problemas de visão! Coloque a mesa e a cadeira na altura e posição certa, evite sombras e brilhos excessivos, posicione bem o monitor, o teclado e o mouse, e faça pausas regulares, no mínimo.

retirado de: http://www.efetividade.net/2008/07/18/home-office-10-dicas-para-melhorar-seu-escritorio-domestico/

Sou nerd, mas tô na moda

Entenda como os garotos mais estranhos do colégio conquistaram o mundo- e a indústria do entretenimento
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(Você sabe o que é um nerd: aquele cara meio estranho, sem vida social, que adora ciência e tecnologia e tem hobbies obscuros (tipo colecionar gibis japoneses).

Se alguém o chamar de nerd – ou de geek, um subtipo nerd, mais descolado e viciado em brinquedos tecnológicos –, provavelmente não está fazendo um elogio. Ou está? Por incrível que pareça, o nerdismo está na moda. Olhe na TV e no cinema e você perceberá isso.

Até o fim dos anos 90, as séries mais populares eram as comédias urbanas, como Friends e Seinfeld(*meu comentário: Seinfeld é um nerd!!!). Em 2007, muitos dos sucessos da programação têm uma queda nerd: seja solucionando crimes com alta
tecnologia (os detetives de CSI), reinventando a medicina (o cabeçudo doutor de House), discutindo conceitos da física (as teorias por trás de Lost) ou criando computadores (em Heroes).

Essa overdose científica não acontece à toa. É o resultado de uma tendência: a temática dá boa audiências e as emissoras resolvem investir mais dinheiro nela. Tanto que uma das maiores a postas para a temporada é a série The Big Bang Theory (“A Teoria do Big-Bang”), onde os protagonistas, físicos do Instituto de Tecnologia da Califórnia,
tentam conquistar garotas declamando conceitos da Teoria da Relatividade. No horário nobre.

Na 1ª semana de outubro, que marcou a estréia da temporada 2007 nos EUA, 3 programas nerds lideraram a audiência: House, Bionic Woman e CSI. (A conta não inclui as hiperpopulares Lost e Heroes, que continuam de férias.)

CSI foi tão bem-sucedida que deu origem a duas outras séries – CSI New York e CSI Miami. Juntas, elas são seguidas por mais de 2 bilhões de pessoas, em 200 países. “Agora, ser geek é legal”, anunciou o vice-presidente da rede NBC, que já tinha Heroes e acaba de lançar Chuck, sobre um nerd que recebeu no cérebro o download de informações sigilosas.

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Leia mais Dá para ver o fenômeno na música também. O indie rock é a aposta das gravadoras para ganhar dinheiro e sobreviver ao inferno dos downloads piratas.

O cinema também está na onda. Só para citar um exemplo, o veterano Bruce Willis, último dos heróis de ação, se rendeu em Duro de Matar 4.0 – mesmo com toda a sua força, para vencer os bandidos ele teve de pedir a ajuda, veja só, de um hacker.

É o caso de perguntar o que está acontecendo com o mundo. Como aqueles meninos que babavam na gola, os mais ridicularizados do colégio, foram alçados a heróis dos nossos tempos? “Os nerds são muito mais importantes e necessários atualmente”, explica o jornalista americano Neil Feineman, autor do livro Geek Chic – The Ultimate Guide to Geek Culture (“Guia da Cultura Geek”, sem versão em português).

Quando Bill Gates começou a fazer fortuna, nos anos 80, passar a tarde no computador era motivo de chacota. Hoje, é impossível viver longe de um pc. A sua vida está cada dia mais digital – e esse é um caminho sem volta.

É aí que entram os nerds: são eles que vão nos guiar à terra prometida da revolução tecnológica. Vão consertar o computador de casa, recomendar softwares e ensinar a usar todos os recursos do iPhone. De quebra, vão explicar todos os mistérios de Lost!

Repare na diferença: o novo nerd é um cara legal, cujas habilidades são socialmente desejáveis – um sujeito que mesmo você, que não é nerd (ou é?), gostaria de ter como amigo.

Além de mais importantes, os novos nerds estão cheios da grana. “Hoje, você pode fundar uma empresinha de internet e ficar famoso e milionário, como se fosse um astro do rock”, diz Feineman. Já ouviu falar nos donos do Google? Nos YouTube boys? No fundador do Facebook, 23 anos de espinhas na cara e proprietário de um site que pode valer US$ 5 bilhões? Todos nerds. E ricos.

Nos EUA, o setor de tecnologia paga um salário mensal médio de US$ 9.200. Entre todos os setores da economia, só o mercado financeiro remunera melhor. Isso sem falar nas grandes empresas do ramo, que cobrem de mimos seu exército geek: o Google é considerado o melhor lugar do mundo para trabalhar.

Com tanta popularidade – agora todo mundo quer ser nerd! – era natural que o mercado cultural refletisse as mudanças. A indústria dos games, passatempo preferido desse pessoal, já supera Hollywood: fatura US$ 13,5 bilhões anuais, contra US$ 9,5 bilhões dos estúdios de cinema. Até o perfil do jogador mudou: neste ano, pela primeira vez uma pesquisa mostrou as mulheres como maioria entre os gamers. Tudo graças aos jogos online e ao console Wii, da Nintendo, que inaugurou uma nova maneira de jogar, simples e acessível.

É apenas mais uma prova de que a tecnologia saiu do gueto dos garotos com espinhas. Ouça um grupo de meninas e você perceberá que elas falam sobre internet, não vivem sem iPod, sem blog, sem perfil no orkut.

As pessoas comuns estão ficando mais nerds – e os nerds estão ficando mais normais. Isso não quer dizer, claro, que eles sejam totalmente normais. Alguns ainda estão longe disso. Imagine que, ao ver a namorada triste, o rapaz queira dizer algo para acalmá-la. “A vida é cheia de paradoxos. Como a luz, por exemplo. Ela é uma onda, mas aí veio Einstein e mostrou que ela também se comporta como partículas.” Ainda existem coisas que só meganerds, como o físico Leonard, protagonista de The Big Bang Theory, é capaz de fazer.


retirado de : http://super.abril.com.br/revista/245/materia_revista_256871.shtml?pagina=1

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Mortal Kombat na sanfona



retirado de: http://www.reidacocadapreta.com.br/

Darth Vader de pelúcia que faz som de respiração igual ao de Star Wars.


Vader


O lado negro da galáxia nunca foi tão fofo assim. Esse Darth Vader de pelúcia, faz som de respiração igual ao da saga Star Wars. Ele tem 15 centímetros, já vem com um bateria 3 x AG13 (LR44) incluída e tem todos os aparatos que o Dark Lord of the Sith possa querer.

Esse pequeno cabeçudinho custa 40.99 dólares (aprox… $69.25) na Entertainment Earth.


retirado de: http://bsnerd.com.br


Logotipos Skype

Envie desenhos com animação para seus amigos, pelo Skype. Simplesmente copie e cole o código abaixo da figura modelo e cole no janela de bate-papo do Skype. Divirta-se!!!

É importante que você tenha a versão mais recente do Skype instalada. Se não tiver, baixe aqui no próprio site do Skype . Colabore conosco e envie-nos outros desenhos para colocarmos no site.

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